24 de janeiro de 2014
O corpo fala: comunicação não verbal
23 de janeiro de 2014
Reencontro com o eu criança
Colocando a leitura em dia
22 de janeiro de 2014
Hora de escrever uma nova história
Não me identifiquei, mas encarei. Nem sempre dá pra fazer só aquilo que queremos. Algumas vezes a necessidade fala mais alto. Esse era o meu caso. (lição 2: quando me dei a chance, conheci pessoas incríveis e aprendi lições maravilhosas)
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25 de fevereiro de 2013
Trabalho e amor no mesmo ambiente
Passamos a maior parte do nosso tempo na empresa, em contato com os colegas e este tipo de comportamento é muito comum, pelo menos na empresa onde trabalho.
Namorei um colega de trabalho por quase seis anos e posso dizer que a minha experiência foi boa. Entender o que o outro faz, conhecer as pessoas com quem trabalha, os colegas e nem tão colegas assim, as dificuldades e as limitações do dia a dia, é algo positivo ou pelo menos, foi no meu caso. Os assuntos e os amigos em comum aumentam e fica mais fácil de um compreender o outro e se ajudar nas dificuldades.
Tenho amigos que trabalham em empresas onde o velho ditado “onde se ganha o pão não se come a carne” ainda vale. Como se pudessem impedir algo que muitas vezes nem nós mesmos conseguimos controlar. Claro que as pessoas dão um jeito de driblar essas regras e se envolvem da mesma forma. A única diferença é que ninguém pode saber ou, um dos dois acabará demitido.
De acordo com a minha experiência, penso que cabe a nós escolher se queremos ou não nos envolver com um colega de trabalho. Afinal, durante o expediente podemos e devemos ser apenas colegas de trabalho (embora nem todos tenham essa consciência e maturidade). Cobrar profissionalismo sim (e punir casos de falta de profissionalismo para dar exemplo aos demais também vale), porém decidir com quem podemos nos envolver, como se fossemos adolescentes e a empresa nossos pais, não. Somos grandes o suficiente para fazer nossas escolhas e pagar o preço delas. Não é porque alguns não sabem se comportar que precisa proibir geral, você não acha? Vai dizer que não é uma delícia ser paquerada por alguém que você conhece e vê todos os dias? O dia fica mais gostoso, o trabalho rende mais, os colegas percebem o brilho no olhar e todos ganham com isso.
16 de fevereiro de 2013
Equilibrar papéis e fazer escolhas
Entrei este ano pensando sobre diversos assuntos e um deles é a importância de puxar para nós o controle da nossa própria vida. Saber que temos opção de escolha, que podemos mudar a forma que enxergamos a vida e passar a fazer o papel de protagonista ao invés de simples coadjuvantes da nossa própria história.
Se engana quem pensa que deixar a nossa felicidade nas mãos de terceiros é o caminho mais fácil para ser feliz e realizado. Este é, na verdade, o caminho mais curto para o insucesso e a frustração. Uma forma de nos isentar da responsabilidade que temos com nós mesmos.
Se muitas vezes nem nós sabemos o que nos faz feliz, como que outra pessoa, que tem a forma de enxergar, viver e sentir diferente da nossa, poderia saber? Segundo entrevista da psicóloga Rita de Cássia de Araújo Almeida à Revista Época, "não há como entender a felicidade com a razão, não é possível mensurá-la ou pensá-la como um modelo que valha para todos, todo o tempo. A sensação de felicidade é uma experiência singular, única para cada pessoa."
Com o amadurecimento descobrimos aquilo que nos faz bem e é importante colocar as descobertas em prática para mandar o estresse embora, para nos tornarmos mais leves perante a vida, para adquirir o equilíbrio e assim, contribuir para a nossa felicidade e a de quem está próximo de nós. Temos que assumir o controle da nossa vida, fazendo escolhas e optando por aquilo que é bom para nós.
Hoje li um artigo da Cristiane Segatto para a Revista Época que fala sobre uma pesquisa desenvolvida pela professora Christine M. Proulx, do departamento do desenvolvimento humano e estudos de família da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos. A professora analisou diversos casais e descobriu que casamentos, relacionamentos positivos ou negativos, afetam a saúde dos indivíduos.
Não precisamos de muita análise para descobrir que a insatisfação trás consequências negativas. Basta prestar atenção em nós mesmos, em nossas relações. Quem nunca insistiu em um relacionamento que não fazia bem, mas que foi arrastando até que não dava mais? Nos prendemos em coisas, pessoas ou relacionamentos infrutíferos por medo da mudança, de como será o amanhã ou qualquer outro motivo que pareça justificar que continuemos empurrando a situação com a barriga. O que na verdade nos impede de resolver a situação e partir rumo a felicidade é a nossa falta de confiança em nós mesmos. William James disse: "Não existe outra causa para o fracasso humano senão a falta de fé do homem em seu verdadeiro ser."
Se homens e mulheres estão cada vez menos seguros de si e desconhecem a si mesmos e aquilo que lhes faz bem, como podemos esperar um dia encontrar alguém que nos faça feliz? Parece que estamos esperando ser salvos de algo. Seria de nós mesmos? Da nossa dificuldade de entender e aceitar que a nossa felicidade só depende de nós? Que a vida é feita de erros e acertos, que temos o direito de errar porque errando aprendemos e até mesmo os grandes exemplos da humanidade erraram ("Eu não falhei, encontrei 10 mil soluções que não deram certo." Thomaz Edison)?
Não acredito (já acreditei, mas hoje não mais) que a minha felicidade depende de encontrar "a" pessoa certa. Acredito sim que, quando eu estiver madura e equilibrada (e isso depende da minha vontade de chegar lá) e conhecer um homem nas mesmas condições, poderemos complementar a felicidade um do outro. Ele não será responsável pela minha felicidade nem eu pela dele. Seremos parte da felicidade um do outro.
Ser feliz ou infeliz está nas nossas mãos. Pense nisso e deixe o seu comentário.
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28 de julho de 2009
Memórias de um Prêmio Nobel
Nascido em 1905 em Ruschuk, pequeno porto búlgaro próximo ao rio Danúbio, filho de judeus sefardins, doutorado em Química pela Universidade de Viena, em 1929, Elias Canetti ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1981, com a obra Massa e Poder (1961). Aos 25 anos fez sua primeira publicação, mas somente nos anos 60 seu trabalho foi notado pela crítica. Sua primeira obra foi uma peça teatral em versos, Junius Brutus, produzida entre 1916 e 1921 durante os estudos em Zurique.
Novelista, ensaísta, sociólogo e teatrólogo, além da obra que lhe rendeu o Prêmio Nobel, Canetti publicou títulos como Auto da fé (1935), A consciência das palavras (1990), Vozes de Marrakech (1987) e sua autobiografia, composta de três volumes que totalizam 840 páginas: A Língua Absolvida (1980); Uma Luz no meu Ouvido (1989); O Jogo de Olhos (1990).
No primeiro volume das memórias, A Língua Absolvida, o escritor relata o período que vai de seu nascimento ao fim da adolescência em Zurique, na Suíça - 1905 a 1921. Canetti descreve a peregrinação com a família pela Europa arrasada pela Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918) – período em que se mudou quatro vezes.
Um ano antes de seu pai morrer, a família mudou para Manchester, onde o menino aprendeu inglês. Com a dura morte do pai, sua mãe seguiu com os filhos para Viena. Em 1916 mudou para a Suíça e de lá Canetti foi para Berlim, onde concluiu a escola.
As memórias são registradas com tamanha riqueza de detalhes que começa no título e narra um episódio envolvendo o namorado da babá, que ameaçou cortar sua língua como forma de fazê-lo calar. Elias Canetti registra acontecimentos e pessoas que marcaram sua vida, as conversas com os desenhos do papel de parede, os livros que ganhava do pai, o avô que falava 17 línguas, o duro aprendizado de alemão com a mãe, as tensões familiares geradas pelo ciúme que cultivava da mãe e o desenvolvimento da consciência literária.
Mas nem tudo foi difícil para o menino que aos 16 anos falava quatro idiomas, tinha contato com mais seis línguas e universos culturais variados. Seu maior prazer nos momentos livres, durante esses primeiros anos de vida, eram os saraus de leituras que fazia com a mãe, onde teve contato com grandes escritores da literatura.
A leitura de A Língua Absolvida é agradável e não necessita de conhecimentos prévios para entendê-la. Indicado ao público em geral e, em especial, aqueles que têm o desejo de escrever e de se autonarrar, a obra marca experiências pessoais, estimulando a lembrança de fatos, experiências de vida e formação do leitor.
2 de fevereiro de 2009
Meu primeiro parto
Nada melhor do que ver uma vida nascendo para compensar um pouco da tristeza causada pela morte de um ente querido. Por isso, hoje, durante o meu horário de almoço, vou assistir ao nascimento do Davi, filho da minha cunhada. Depois conto pra vocês qual é a sensação do meu primeiro parto. (gostaria que minha avó estivesse aqui para compartilhar desse momento. Quem sabe a tristeza dela desse lugar a esperança...)
29 de janeiro de 2009
6 de janeiro de 2009
Sou fã
Para mim, escrever é difícil. Quero dizer, escrever sem ter um tema, sem ser algo encomendado. Escrever por escrever. Soltar as palavras, fazer fila com elas, brincar de roda. Elas ficam me atormentando, zoando de mim e nada de sair. Fico quase louca. Raramente elas se deixam sair e me brindam com a alegria de escrever, mesmo que seja para dizer nada, como agora. Só para desopilar e continuar levando a vida.
15 de dezembro de 2008
Consumo consciente no Brasil ainda é teoria
Apesar das ondas de conscientização que se propagam pelo planeta, eventos como o Natal, por exemplo, dão conta de um movimento em contramão - populações começam a se aglomerar em shopping centers e áreas comerciais em metrópoles de todo o mundo, na busca febril por enfeites e presentes para familiares e amigos. As preocupações com o meio ambiente, sobretudo nesses momentos, ficam em segundo plano. É como se as estatísticas assustadoras sobre a ação nefasta do consumo alienado fossem guardadas temporariamente. Mas os relatórios não dormem: a Avaliação Ecossistêmica do Milênio (encomendada pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, em 2000) continua a alertar para os riscos dos atuais padrões de produção e consumo, que ameaçam uma série de benefícios que sucedem do bom funcionamento dos ecossistemas. Uma ameaça contundente a todos os seres vivos do planeta.Nossa enquete, "Consumo Consciente: Prática ou Teoria?", realizada no início de novembro, com 30 consumidores de idades variadas, revela que apenas 13% deles procuram saber como são feitos os produtos consumidos. Desses, 67% deixariam de comprar um produto se soubessem que prejudica o meio ambiente. Para Alcides Leite, professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, "a conscientização do consumidor brasileiro vem aumentando ao longo dos últimos anos; porém, ela ainda está muito distante dos padrões apresentados em países desenvolvidos. Essa evolução depende, fundamentalmente, da qualidade da educação oferecida no País. Somente através da educação é possível mudar o comportamento das pessoas", complementa Leite.
Um segundo fator que dificulta o crescimento sustentável é o custo, muitas vezes mais alto, dos produtos considerados ecologicamente corretos. É quando o assunto toca no bolso do consumidor que se pode perceber claramente a diferença entre os valores e a prática. Embora 67% do público pesquisado tenha respondido que a etiqueta "verde" influencia na escolha de um produto, apenas 50% estaria disposto a pagar mais por ele. Boa parte da população abre mão de suas responsabilidades como consumidor e opta por produtos mais baratos, mesmo que poluam o planeta. "O consumidor brasileiro, em sua maioria, ainda não está disposto a pagar valores mais elevados por produtos ecológicos, salvo quando esse valor já está incorporado à marca, como é o caso de empresas como a Natura e O Boticário. No entanto, este comportamento não se aplica a outros varejos, como por exemplo, o supermercadista", explica Patrícia.
O maior desafio está em mudar velhos hábitos de consumo. O Natal é um bom momento para colocar em prática aquilo que funciona muito bem na teoria. Segundo a professora, é importante considerar alguns aspectos antes de efetuar uma compra. Ela recomenda que se comprem apenas os itens necessários; sejam priorizadas as empresas fornecedoras que demonstrem comportamento ético e sustentável; haja preocupação com o descarte das embalagens, encaminhando-as para reciclagem; evite-se a compra de produtos piratas.
Alcides Leite diz que é necessário que o cidadão entenda que o modelo consumista, comum nos países desenvolvidos, é inviável em escala mundial e que existe a necessidade de se reverem valores e hábitos de consumo em todo o mundo. "Existem muitos produtos que contribuem para o desenvolvimento sustentável de regiões mais pobres do país e que devem ser difundidos pelas cadeias varejistas; produtos que valorizam a cultura local e geram renda para a população da região. É necessário, portanto, conjugar a atividade comercial, típica de um país capitalista, com a preservação do meio-ambiente. Somente através da atividade econômica é possível preservar as riquezas naturais". Segundo ele, consumo e preservação ambiental devem caminhar juntos.
Há algum tempo deixou de ser novidade que nossas atividades estão esgotando a natureza de tal forma que a capacidade dos ecossistemas, de sustentar as gerações futuras, já é incerta. Parece evidente que a proteção do capital natural não pode mais ser vista de forma secundária. E desse ponto de vista, os Natais podem ganhar um aspecto estratégico, para além de sua magia: a disseminação da importância do consumo consciente entre parentes, amigos e conhecidos. Esse é, sem dúvida, o melhor presente que alguém pode oferecer à humanidade nos dias atuais.
12 de outubro de 2008
Planeta Sustentável
Estive no local hoje e tirei algumas fotos ao longo da minha caminhada.
Papa pilhas do Banco Real.
Tenda do Banco Real, uma das mais bonitas do evento.
Oficina de instrumentos musicais de sucata (Sucata sonora).
A chegada do prefeito da cidade.
Gilberto Kassab cumprimenta uma visitante do evento.
Gilberto Kassab passeia cercado por jornalistas e visitantes.


Kassab na tenda da Editora Abril.
Recebendo informações sobre o evento.30 de agosto de 2008
Palestra do Caco Barcellos
22 de agosto de 2008
Não resisti... meu namorado que me desculpe!
Interessante a reflexão! Lendo percebi que, embora eu ainda não tenha 47, também sonho me perder numa ilha com o Sawyer (de LOST) como as de 32. Quem não sonha? Pra quem não lembra dele coloquei algumas fotinhos abaixo pra refrescar a memória (falando em refrescar lembrei de algumas cenas dele saindo do mar, molhado, com aquela cara de safado, decidido...). Meu namorado vai "adorar" este texto (Fazer o que? Às vezes temos que falar). Entretanto, desta vez vou parar por aqui. Deixo as fotos falarem por mim.
...
Você disse alguma coisa?
Imagine ele tocando pra você...
18 de agosto de 2008
Um fim de semana qualquer
O personagem de Richard Gere (Simon Hunt) vê sua carreira ir por água à baixo depois que sua “mulher” é assassinada num massacre realizado pelo tal “A Raposa” e seus seguidores. Depois desse episódio sua vida se resume a caçar o tal assassino. No final, como na maioria dos filmes, ele consegue seu intento.
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Domingo acordei mais tarde (de novo) e fui à Bienal do Livro. Mas cheguei de volta, em casa, cansada e triste. Não consegui comprar um único livro. Não sei se o problema sou eu ou se é a minha falta de dinheiro... Achei os livros muito caros.
“Bate outra vez, com esperanças o meu coração...” (Beth Carvalho)
Eu tinha esperança que lá custariam menos. Fui procurar dois que preciso para a faculdade e descobri que custam o mesmo preço das livrarias. Ou seja, qual a graça de uma feira de livros?! Estou muito decepcionada.
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Hoje estou de volta ao trabalho, depois vou para a faculdade... estou ouvindo Kid Abelha:
“Eu perco o sono e choro sei que quase desespero, mas não sei por que...”
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16 de agosto de 2008
Também não sou de ferro!
Então fomos a um barzinho na Vila Madalena (eu e o meu namorado, ela e o marido). Qual o nome do bar? Você acredita que eu não prestei atenção... O que importava pra mim naquele momento (depois de uma semana interia acordando às 06h da manhã e chegando em casa às 23h30) era que o chopp estivesse bem gelado e eu pudesse relaxar um pouco. Esquecer o trabalho, a faculdade e todas as demais responsabilidades que carrego há anos.
Com a nova lei, dois de nós não podiam beber... alguém precisava dirigir. A irmã dele está gravida, não pode beber. Foi resolvido rápido, mas estávamos em dois carros. Então combinei com o meu namorado que ele não beberia e eu ficaria livre. Seria meu dia de aproveitar. Foi exatamente o que fiz. Pedi um chopp black e tomei como se fosse um suco delicioso (quem me conhece vai dizer "- Nossa! as coisas estão mudando. A Lan tomando chopp como se fosse suco?").
Pois é, eu precisava muito daqueles três chopps. (Aí meus amigos pensarão "Ela não está bem. Três chopps??? Ela nunca bebe nada!...").
Amigos queridos, estou ótima. Mas também não sou de ferro (isso me lembra o filme "Homem de ferro"). Às vezes é bom fazer algo diferente e eu gostei de ontem.
"Um belo dia resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer. Me libertei daquela vida vulgar..." (Rita Lee)
E para concluir, agora são dez e pouco da manhã e estou escrevendo pra contar minha escapadela da rotina. Adivinhem... depois dos choppinhos dormi pesado e hoje fiquei com preguiça de acordar para ir à aula de inglês. Me tornei irresponsável só por hoje, e só no período da manhã, porque a tarde tenho aula e não faltarei.
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15 de agosto de 2008
O roda está girando
Quando penso em fim de semana penso logo no domingo, que é o único dia que consigo dormir um pouco mais, e com o pensamento no domingo viajo imaginando coisas que gostaria de fazer... cinema, teatro, livros, internet, parque, música...
Minha programação para este domingo está meio confusa ainda, mas pretendo assistir um filme (A CAÇADA) ou uma peça de teatro (SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO). Também quero dar uma passadinha na Bienal do Livro (tenho vontade de comprar váááários, mas isso depende de dinheiro, que está meio escasso na minha conta).
E pronto, foi meu fim de semana. Acabou. Domingo à noite vou à igreja para alimentar a alma, assim como faço com a mente, através das leituras, da faculdade, da música e etc. Quando volto pra casa é hora de dormir porque na segunda-feira tudo começa outra vez até que chegue mais um fim de semana. E a roda vai girando, com ela vão os dias, as semanas, os meses e os anos. Assim a vida passa... Tweet
13 de agosto de 2008
Ah! se eu fosse marinheiro...
Uma das minhas grandes amigas foi para a Irlanda na última sexta-feira. Confesso que fiquei um pouco enciumada – minha vontade de morar em outro país estava adormecida há mais de três anos, mas agora voltou e está aumentando desde que ela partiu.
Tenho ouvido relatos de amigos ou conhecidos que foram ou estão a caminho desta viagem... acompanhei a aventura de um estudante de jornalismo através de seu blog – Metatron - e cada dia sinto mais a importância dessa experiência de morar em outro país, principalmente para alguém que pretende trabalhar um dia com comunicação. É uma experiência insubstituível!
Hoje apenas uma coisa me prende ao Brasil. FALTA DE DINHEIRO para viajar e me bancar lá fora por algum tempo.
Ah, se eu fosse marinheiro era eu quem tinha partido, mas meu coração ligeiro não se teria partido... (Adriana calcanhoto)
Ontem conversava com um colega de trabalho sobre este assunto e ele falou uma coisa certíssima: preciso quebrar o círculo vicioso! Depois disso as coisas começarão a fluir com mais naturalidade e talvez até com mais facilidade. Quem sabem em 2009 seja eu a relatar minhas aventuras pelo mundo...hein?! Quem sabe?
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12 de agosto de 2008
Minha volta às aulas...
De casa para o trabalho, do trabalho para casa... Sim APROVEITEI até o último segundo, porque a partir de agora será de casa para o trabalho, do trabalho para a faculdade e da faculdade para casa.
Claro que entre uma coisa e outra passo por alguns ônibus, diversos estresses, vários sobressaltos. Mas nada que não possa esquecer depois de uma BOA noite de sono.
Meu dia de trabalho normalmente é cansativo e chato... e depois de passar por ele ainda tenho outras provas. Uma delas é enfrentar um ônibus LOTADO (MUIIIIITO lotado, todos os dias). Vou em pé, geralmente fico nos degraus da porta, porque raramente consigo passar a catraca antes de chegar à ponte da Lapa e se consigo, vou exprimida até a hora de descer.Quando finalmente chego à sala de aula tenho outra prova para enfrentar - um monte de colegas, alguns que o pai banca e que não querem nada com nada, que falam durante a aula toda. Ou seja, eles NÃO colaboram comigo.
A decepção maior foi nesse primeiro dia do semestre. Já sabia, mas tive a prova concreta de que a escola TAMBÉM não colabora. Ontem estava IMPOSSÍVEL de estudar naquela unidade. Reencontro de colegas depois de um mês de férias; um querendo contar para outro o que fez durante esse período; muito barulho vindo da rua; alunos RINDO e falando ALTO nos corredores; um professor novo (que falava MUITOS gerúndios); e para piorar, a matéria não era das melhores.
A vontade de sair correndo foi GRANDE, mas consegui me controlar e fiquei até o final. Fui forte e agüentei firme...
Durante o intervalo fui ao térreo com uma colega pra fazer um lanche. As filas estavam ENORMES e para piorar estava rolando um show que não entendi até agora. Detalhe, era em frente a biblioteca. A cada música apareciam algumas meninas diferentes no palco pra dançar. Teve apresentação de dança do ventre e mais algumas que não consegui identificar.
ME DIZ: Qual a tua impressão?
Deve estar perguntando a si mesmo se realmente eu estava na faculdade. Eu sei... eu mesma me perguntei isso várias vezes. Mas sinceramente, tenho minhas dúvidas.
Tirando todos esses casos estranhos o segundo horário salvou minha noite. Também era uma professora nova, mas diferente do professor anterior. Cheia de didática, deu uma aula SUPER agradável. Gostei dela, da matéria e tudo o mais.
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11 de agosto de 2008
Procura-se professores que tenham blog

O que me traz aqui, rapidamente neste momento, é que minha amiga/jornalista Cris Morgato está precisando de ajuda e eu gostaria de pedir que vocês me ajudem a ajudá-la.
A Cris está fazendo um trabalho e precisa ter contato com professores que tenham blog. Eu já passei o único que conheço, que aliás se quiserem visitar - já falei aqui antes - está logo abaixo o endereço. Ele chama Valdo Resende e está no Papolog.
beijos a todos e até breve.























